Transição - Parte 1



Alguém já disse que "toda mudança gera crise". Crise? Sim, crise! É bom entender que as crises podem ser pequenas ou grandes. Então, como podemos amenizá-las em um processo de transição?


Há aproximadamente cinco anos, iniciamos o nosso processo de transição. Durante esse tempo, fomos preparando a igreja e a liderança, para que todo o processo fosse bem-sucedido e as crises não fossem tão fortes , a ponto de abalar a igreja.


A nossa primeira preocupação foi em estabelecer uma liderança idônea, crível, confiável e preparada, para que o processo não causasse impacto negativo e nem afastasse a igreja. Quem ficará? A igreja irá aceitá-lo (ou aceitá-los)? Essa preocupação não foi muito grande, pois temos um time formado há muito tempo, e que já ganhou a confiança da igreja.


O sucesso de uma transição está na escolha de quem vai substituir o líder. Há algumas igrejas que buscam pastores bem-sucedidos fora da comunidade. Uma pessoa que está fora pode ser bem-sucedida onde ela está, mas vive em outra realidade e não tem a vivência histórica da igreja. Com isso, demandará muito tempo para que haja confiança mútua, e poderá ganhar uma paralisação por algum tempo, ou até mesmo, pode ser um desastre total. Se for um desastre total, o processo de transição terá que ser repetido e, com isso, certamente as crises serão muito maiores e mais duradouras.


Diante do exposto, vejo Deus nos dirigindo nesse processo de transição que, para muitas igrejas têm sido extremamente crítico, mas para nós, não! O nosso processo será de sucesso, primeiro pela ação divina nos dirigindo; e, em segundo, pelo pastoreiro colegiado que sempre foi aceito pela igreja. O pastoreio colegiado, além de atender todas as faixas etárias da igreja, prepara o pastor (ou pastores) para assumir a liderança da igreja quando se fizer necessário. Crio que podemos dizer como disse Samuel, na vitória sobre os filisteus: "Até aqui nos ajudou o Senhor" (1 Samuel 7.12).


Pr. Mendes

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